Morre Paulo Teixeira Manus, 70 anos, ministro aposentado do TST e colunista da ConJur

Morreu em Campinas na madrugada deste sábado (25/12) Pedro Paulo Teixeira Manus, 70 anos, ministro aposentado do Tribunal Superior do Trabalho. Ele atuou na corte superior entre 2007 e 2013.

Na ConJur, assinava a coluna Reflexões Trabalhistas, ao lado de Raimundo Simão de Melo e Paulo Sergio João, com dezenas de textos publicados. O último texto foi publicado nesta sexta-feira (24/12). Clique aqui para ler.

Presidente do TST, a ministra Maria Cristina Peduzzi decretou luto de três dias na corte e expressou profundo pesar pelo falecimento. Afirmou que o ministro será lembrado por todos pela sua conduta ética, responsável e pela sua incansável defesa pela Justiça do Trabalho.

“O ministro Pedro Paulo Manus foi muito especial. Custa a crer que partiu, em sua jovialidade e entusiasmo pela vida e pelo Direito. Distinguido juiz e jurista, deixa um legado que o imortaliza no Poder Judiciário, na universidade e na vida acadêmica. Na pessoa da sua ‘Maró’, expressamos imenso pesar a sua família e amigos. Descanse em paz querido amigo”, lamentou.

Natural de São Paulo, graduou-se pela PUC-SP e especializou-se em Direito do Trabalho e em Direito Civil na Università Degli Studi di Roma (Itália). É mestre em Direito do Trabalho pela USP (1984) e doutor em Direito do Trabalho pela PUC-SP (1995).

Chegou à magistratura em 1980, como juiz substituto do Trabalho da 2ª Região. Em 1992, passou a juiz titular do TRT-2, onde chegou a ser vice-presidente no biênio 2006-2007. Em 4 de outubro de 2007, tomou posse como ministro do TST.

É livre docente e professor titular de Direito do Trabalho e do curso de especialização e pós-graduação da PUC-SP.

“É com imensa dor que recebo a notícia do falecimento do amigo e nosso colunista Pedro Paulo Teixeira Manus. Pessoa e ser humano ímpar, que vai deixar grande vazio nas relações de amizade e no campo do Direito do Trabalho, pela sua inestimável contribuição prestada nesses longos anos. Que ele descanse com Deus e sua família e amigos recebam o conforto divino. Vá com Deus, amigo!”, disse o colunista da ConJur Raimundo Simão de Melo.

Da redação com o ConJur

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