Reformas na economia ficarão para o próximo presidente

No início de fevereiro, quando voltarem das férias de fim de ano, deputados federais e senadores só estarão preocupados com duas coisas: descolarem a liberação do pagamento de emendas ao Orçamento e decidirem se saem ou se ficam nos seus partidos

Daqui para lá, novas pesquisas de intenção de voto serão publicadas, e eles se sentirão também pressionados a definir qual candidato a presidente apoiarão. Nas férias consultarão suas bases na tentativa de descobrir em qual direção sopram os ventos.

Não haverá espaço, portanto, como pensam alguns deles e muitos empresários, para que se retome a agenda das reformas do Estado. Nem Paulo Guedes, ministro da Economia, acredita nisso Pouca coisa será votada, e nada de muito importante.

Da redação com o Blog do Noblat / Metrópoles

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